Novo governo quer começar reforma tributária unificando PIS e Cofins: Entenda!

Como era previsto para esse ano, o Governo de Jair Bolsonaro já trouxe muitas mudanças em diversos aspectos. E a próxima medida está relacionada a Reforma Tributária. A proposta está relacionada a impostos, taxas e alguns benefícios proporcionados pelas leis trabalhistas.

Uma das primeiras situações que a reforma irá promover é a unificação de dois serviços: o PIS e o Cofins.

O que é o PIS?

Antes de falar sobre as mudanças tributárias propostas pelo novo Governo, é interessante entender do que se tratam esses dois benefício, começando pelo PIS.

A sigla PIS corresponde ao Programa de Integração Social e dá acesso a um saque determinado pelo seu tempo de prestação de serviço. Para saber se você tem direito ao valor, é preciso realizar a consulta PIS 2020.

O PIS, ou o abono salarial, é pago em lotes e dá prioridade a aposentados e pessoas em situação especial. Além disso, as datas são diferente já que sofrem influência do seu aniversário e o mais indicado é conferir as datas de pagamento do PIS 2020.

O que é o Cofin?

Talvez, o Cofins não seja uma das taxas mais populares para alguns contribuintes, mas é importante saber que ela existe e que estará influenciando em sua vida.

A sigla corresponde a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social que tem como objetivo arrecadar financiamento para os setores Previdência Social, a Assistência Social e a Saúde Pública.

Essa contribuição é possibilitada através de uma determinada alíquota, de responsabilidade direta das empresas e deve ser recolhida pelos cofres públicos, sendo possível através do sistema de tributação ou do sistema não cumulativo.

O que muda com essa unificação?

De acordo com os dados lançados pela proposta, a expectativa é que a união desses setores promova a alíquota de 11%, o que ainda está aberto para negociação.

Ao que tudo indica, essa mudança possibilitará a popularização do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), uma cifra única que deverá ser cumprida pelos contribuintes.

O problema é que a alíquota referente ao IVA ainda é assustadora para quem entende do assunto, o que leva a porcentagem a ainda estar em discussão no Congresso.

A proposta é, por fim, que tanto quem paga como quem recebe os valores promovidos por esses setores esteja cumprindo com as taxas referente. A mudança também estará acontecendo para setores como o Imposto de Renda.